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domingo, 3 de junho de 2007

ANTONIO NÓBREGA - PERNAMBUCO FALANDO PARA O MUNDO (1998)


Faixas
1
Vinde, vinde, moços e velhos
2
Festa da padroeira
3
Chegança
4
Olodumaré
5
Cantigas de roda
6
A dor de uma saudade
7
Cocada
8
Pau-de-arara
9
Mulher-peixão
10
Minervina
11
Seleção Capiba:
• De chapéu-de-sol aberto (Capiba)
• Oh! Bela (Capiba)
• Cala a boca, menino (Capiba)
• Frevo e ciranda (Capiba)
• Trombone de prata (Capiba)
12
Vassourinhas
13
Formigão
14
Pernambuco falando para o mundo
15
Despedida
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quinta-feira, 31 de maio de 2007

ANTONIO NÓBREGA - MADEIRA QUE CUPIM NÃO RÓI (1997)


Antonio Nóbrega, nascido no Recife, Pernambucano, em 1952, violinista desde criança no final dos anos 60 participava da Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife quando convidado por Ariano Suassuna passou a integrar, como instrumentista e compositor o Quinteto Armorial - o mais importante grupo a criar uma música de câmara erudita brasileira de raízes populares.A partir de 76 começa a desenvolver um estilo próprio de concepção em artes cênicas, dança e música, apresentado a partir de então os espetáculos “A Bandeira do Divino”, “A Arte da Cantoria”, “Maracatu Misterioso”, “Mateus Presepeiro”, “O Reino do Meio Dia”, “Figural”, “Brincante”, “Segundas Histórias” e “Na Pancada do Ganzá” com grande sucesso no Brasil e exterior, com prêmios como “Shell”, “APCA” e “Mambembe”. Em 1997, lança o espetáculo, acompanhado do CD homônimo, “Madeira Que Cupim Não Rói” viajando pelas capitais brasileiras.Em 98 lança o espetáculo “Pernambuco falando para o Mundo” novamente acompanhado de CD. No ano de 1999, participa do Festival D’Avignon (França) com o espetáculo “Pernambouc” preparado especialmente para o público francês.Em 2000, estréia em Lisboa “o Marco do Meio Dia”, espetáculo produzido sob os auspícios da primeira Comissão Nacional para as Comemorações do V Centenário do Descobrimento do Brasil, com o qual se apresentou em Paris, Hannover e em várias cidades brasileiras. O ano de 2002 é marcado pela estréia do espetáculo “Lunário Perpétuo” e pelo lançamento do CD homônimo.Juntamente com Rosane Almeida idealizou e dirige o espaço cultural Teatro e Escola Brincante, em São Paulo.


Faixas:

1. Abricao Do Portas
2. Canudos
3. Cheganca
4. Quinto Imperio
5. Olodumare
6. Nascimento Do Passo
7. Andarilho
8. O Vaqueiro E O Pescador
9. Quando As Glorias Que Gozei...
10. Madeira De Cupim Nao Roi
11. Corisco
12. Monga
13. Coco Da Lagartixa
14. Maracatu Misterioso
15. Rasga Do Nordeste
16. Licao De Namoro
17. Sambada Dos Mestres
18. Vou-Me Embora


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ANTONIO NÓBREGA - LUNÁRIO PERPÉTUO (DVD) 2003

O show Lunário Perpétuo de Antonio Nóbrega marca seus trinta anos de convívio com a cultura popular brasileira. Nas palavras do próprio cancioneiro, "a qualidade do espetáculo está em sua heterogeneidade". Nele o músico cria um diálogo entre o festivo e o austero, o risível e o épico, o dramático e o lírico, o espalhafatoso e o religioso, e procura também encontrar na diversidade o elemento único que faz de todos nós brasileiros. Confira o grande mestre folgazão-rabequeiro, dançador e cantor-brincante em uma performance que traz todo seu talento e riqueza artística.


Tempo: 120 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003
Recomendação: LivreRegião do DVD: Região 4
Legenda: Português, Inglês, Espanhol, Francês

Faixas:
1. Ponteio Acutilado
2. Excelência
3. Romance de Nau Catarineta
4. O Romance da Filha do Imperador do Brasil
5. O Romance de Riobaldo
6. Canjiquinha
7. Luzia do Frevo
8. Apanhei-te Cavaquinho
9. Meu Foguete Brasileiro
10. Patativa
11. Lágrimas de um Folião
12. Carrossel do Destino
13. O Rei e o Palhaço
14. Lunário Perpétuo


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segunda-feira, 30 de abril de 2007

ANTONIO CARLOS NÓBREGA - NA PANCADA DO GANZÁ


“Na Pancada do Ganzá”
Foi exatamente com um artista considerado conservador, avesso a inovações, Antonio Nóbrega, que Spok reuniu pela primeira vez os músicos que formariam sua já famosa orquestra. Na década de 90, o carnaval pernambucano dividia-se entre a folia sem cordões de isolamento de Olinda, onde predominavam os ritmos pernambucanos, e o carnaval baiano, da Avenida Boa Viagem, cuja trilha era a axé-music. Em 1997, Nóbrega decidiu enfrentar os trios elétricos criando um bloco, o “Na Pancada do Ganzá” (título tomado emprestado a Mário de Andrade) e ousou convidar Chico Science, do Nação Zumbi, para desfilar com ele na avenida. Spok foi também convidado pelo criador de Tonheta, com quem já havia gravado, para animar o “Na Pancada do Ganzá”. No entanto, no dia 7 de fevereiro, uma tragédia frustrou os planos de Antonio Nóbrega. Chico Science faleceu num acidente de carro, no Complexo de Salgadinho: “Fizemos um ensaio com Chico, no Teatro do Parque”, conta Spok. Em reverência a Science, o bloco fez um desfile silencioso e comovente na passarela dos barulhentos trios. Foi o primeiro e único. Mas deixaria como fruto a Spok Frevo Orquestra, montada com a ajuda do primo do maestro, o também saxofonista Gilberto.
1 - Loa de abertura - (Folclore)
2 - Vinde, vinde, moços e velhos - (Folclore)
3 - Truléu da Marieta - (Folclore)
4 - A vida do marinheiro - (Folclore)
5 - Truléu, léu, léu, léa - (Folclore)
6 - Serenata suburbana - (Capiba)
7 - Marcha da folia - (Raul Moraes)
8 - Boi castanho - (Getúlio Cavalcanti)
9 - O romance de Clara Menina com D. Carlos de Alencar - (Folclore)
10 - 1º Movimento do Concerto de Bach em ré menor para rabeca e flauta - (Bach)
11 - Desassombrado - (Antônio Nóbrega)
12 - Mexe com tudo - (Levino Ferreira)
13 - Minervina - (Marcelo Varella - Antônio Nóbrega)
14 - Mateus embaixador - (Antônio Nóbrega)
15 - Na pancada do ganzá - (Wilson Freire - Antônio Nóbrega)
16 - Despedida - (Folclore)